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té a década de 60 a
matéria prima do uniforme dos times de futebol era o algodão. Utilizado em todo
o mundo esportivo. A partir de 1970, houve uma necessidade de mudanças na
confecção, tendo em vista o rendimento dos atletas.
Com a chegada de
tecnologias de equipamentos modernos de musculação e o perfil dos esquemas
táticos nas competições, que se tornaram uma unanimidade mundial, muito se
questionou pela perda da qualidade dos atletas, para se adequar a tudo isso.
O algodão quando
molhado pela transpiração dos atletas criava um peso a mais a carregar e isso
comprometia a velocidade do atleta. Os fabricantes passaram a utilizar fibras químicas
junto ao algodão na confecção das camisas e também dos calções.
Na década de 90,
verifica-se maior entrosamento das fábricas, que se aprimoram ainda mais nesses
uniformes. Na copa de 1994, nos EUA surge o poliéster. O tecido DRI-FIT foi
projetado para melhorar o desempenho atlético em uma variedade de condições e
atividades.
O DRI-FIT afasta o suor e ajuda o atleta a se
manter seco e confortável. A transpiração evapora da superfície do tecido e tem
propriedades de absorção do suor permanentes pelo tempo que a roupa durar. Os
micros canais captam o suor e rapidamente se espalham uniformemente. Ao
contrário do algodão que possui uma alta absorção da umidade (8%).
Atualmente os uniformes
neste século se aperfeiçoam a cada dia, com velocidade e o emprego de novas
tecnologias. A beleza e valorização do corpo dos atletas são as metas a serem
atingidas. As tendências de modelos mais leves e ajustados são mudanças como
aquelas no começo dos anos 30.


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